Hoje, 25 de maio, comemora-se o Dia da Toalha. Coincidindo com o Dia do Orgulho Nerd, a data foi escolhida pelos fãs do autor Douglas Adams para homenageá-lo. Segundo a Wikipédia, também é dia da costureira, da África, do sapateado, do massagista, das crianças desaparecidas, dos vizinhos e da tireoide - porque o ser humano precisa de data comemorativa até para a primeira vez que foi ao banheiro. Quem me conhece sabe o quanto eu odeio datas comemorativas na vida real, mas algumas acabam sendo legais, porque me dão ideias de posts como este.

No primeiro volume de sua trilogia de cinco (que já são seis), O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams discorre sobre a importância da toalha para um mochileiro, tanto no aspecto prático quanto psicológico.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc. Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito.

Eu não sou mochileira e não pretendo ser num futuro próximo, não importa o quanto digam que eu deveria "experimentar" (não, né? Já combinamos que ninguém é obrigado a nada e eu estou muito bem assim, obrigada). Eu sou a viajante fresca. Apesar da insistência da minha mãe, que tem uma estranha obsessão por toalhas, eu normalmente não preciso levá-las, porque costumo ficar na casa de amigos ou mesmo em hotéis. Há outros itens, porém, que são indispensáveis e vão comigo para toda e qualquer viagem. Quer saber quais são?

Eu nem gosto de bichos, mas achei tão divertidos esses sapinhos que encontrei no Pixabay!

O guia da viajante fresca: O que não pode faltar na mala

1. Carregador de celular

Eu tenho pavor de ficar com o celular descarregado na rua. Normalmente, quando vou ficar muito tempo na rua, eu o deixo no modo offline para não gastar e passo o dia inteiro sem usar, só para garantir que o terei caso precise. Sempre que viajo, levo um carregador normal, de ligar na tomada, e um cabo USB para conectar no notebook (que também levo em 90% das viagens).

Um causo: Nessa minha última viagem a Foz do Iguaçu, houve um dia em que eu e a Annie fomos a três lugares diferentes. No meio do dia, a bateria da minha câmera acabou e eu comecei a fotografar com o celular. O último lugar a que fomos era um restaurante e eu comentei algo sobre a possibilidade de ficar sem celular, economizando ao máximo. Ela viu que havia uma tomada por perto e me ofereceu o celular dela. Aceitei, porque não tive coragem de contar que ainda estava com 40%.

2. Chaves de casa

Em uma das minhas primeiras viagens como pessoa adulta que sabe o que está fazendo, eu fui para o Rio de Janeiro de ônibus com minha mãe, minha vó, meu tio e um primo. Na saída, as duas deixaram as chaves delas e riram por eu estar levando as minhas na bolsa. Não havia motivo pra isso, dado que meu pai e minhas irmãs estariam em casa quando chegássemos. Três dias depois, nós voltamos de carro e acabamos nos atrasando. Quando chegamos em casa, não tinha ninguém. As duas se desesperaram, achando que ficaríamos na rua até alguém aparecer, enquanto eu abria o portão tranquilamente.

Não importa aonde eu vá, minhas chaves sempre estarão comigo. Não em um lugar aleatório na mala, mas na minha bolsa, no mesmo lugar onde elas ficam todos os dias. Minha mãe ainda odeia isso, porque eu sempre digo que vou chegar um pouco mais tarde do que estou prevendo, então apareço com a mala na cozinha quando ela menos espera.


3. Chinelos

Eu não saio de chinelo na rua, mas não sei usar outra coisa quando estou em casa. Deus me livre andar descalça! Tenho até um chinelo específico para viajar, que já fica direto na mala, pois assim eu não tenho que abri-la antes de sair para guardar o que uso em casa.

4. Um livro

Um livro é sempre boa companhia para longas filas ou lanches solitários no aeroporto, principalmente quando você quer poupar a energia do celular. É a melhor forma de não ver o tempo passar em uma conexão de três horas em Guarulhos ou de evitar conversar sobre o tempo com o passageiro ao seu lado quando o avião fica uma hora parado em Confins antes de decolar. De preferência, leve dois, para o caso de perder um (como eu quase fiz em minha última viagem) ou acabar antes do planejado.

5. Roupa de frio

Não importa o quão quente esteja o lugar, eu sempre terei, no mínimo, um casaco. Eu sei que sou friorenta, então, por que arriscar? Além disso, você nunca verá uma mala minha sem calças compridas. Da última vez, a Annie me disse que estava quente ao ponto dela não conseguir usar calça comprida e, mesmo assim, eu levei três (pra usar só uma, mas eu nunca disse que sou boa para otimizar a bagagem). Meu lema é: Se estiver mais quente que o esperado, é só não usar. A franquia de 23kg de bagagem dá pra muita coisa, eu sempre levo roupa de sobra e nunca estourei o limite.


Os posts desse fim de mês estão sendo mais corridos, por motivo de extremo cansaço, então, é muito provável que eu tenha esquecido alguma coisa. Nesse caso, voltarei algum dia com uma segunda versão e, enquanto isso, aceito dicas: O que não pode faltar na sua mala?

Eu sempre gostei de aprender. Não necessariamente de ir à escola ou assistir aulas, mas de querer adquirir conhecimentos variados, porque poderiam ser úteis ou apenas por prazer. Quando eu estava no Ensino Fundamental, aguardava ansiosamente pelo dia em que receberíamos os livros didáticos para aquele ano letivo. Assim que chegava em casa, eu passava horas folheando cada um, lendo sobre o que iria estudar em seguida. Quando eu estava na quinta série, a escola doou para os alunos os livros antigos que não seriam mais utilizados. Peguei um de matemática da sétima série e comecei a estudar por conta própria os tópicos que me interessavam - foi nesse livro que eu aprendi sobre o sistema binário, que é a base do funcionamento dos computadores.

Acho que eu herdei essa curiosidade do meu pai. Desde que me entendo por gente, ele lê jornal todos os dias. Houve uma época em que ele colecionava todos os fascículos que vinham nos jornais de domingo. Tínhamos, entre outros, um dicionário Aurélio de Português, um de inglês, uma enciclopédia em dois volumes, dois atlas, um guia de turismo e um livro de anatomia. Como eu adorava aquilo! Não vou dizer que li todos na íntegra, mas passei muito tempo com eles nas mãos.

Com a internet, o acesso ao conhecimento mudou. Ninguém mais compra atlas e enciclopédias, ninguém mais precisa ter na estante livros pesados que podem ficar desatualizados em pouco tempo. Embora eu ainda defenda a existência dos livros físicos em muitas situações, o volume de informação disponível é muito maior, assim como a facilidade para acessá-la de várias formas diferentes.

Essa dica é para os curiosos que querem aprender de tudo, mas também é para quem, eventualmente, precisa de algo mais específico.

3 sites para quem gosta de aprender na internet

1. TED

Eu já comentei sobre as TED Talks no blog e sempre cito algumas nos posts, mas vale a pena mencionar novamente.
TED (acrônimo de Technology, Entertainment, Design; em português: Tecnologia, Entretenimento, Design) é uma série de conferências realizadas na Europa, na Ásia e nas Américas pela fundação Sapling, dos Estados Unidos, sem fins lucrativos, destinadas à disseminação de ideias – segundo as palavras da própria organização, "ideias que merecem ser disseminadas". Suas apresentações são limitadas a dezesseis minutos, e os vídeos são amplamente divulgados na Internet. (Wikipedia)
Tenho muita vontade de participar de uma conferência TED - que já ocorreu em Belo Horizonte, mas eu não a conhecia na época. Enquanto isso não é possível, o site possui milhares de palestras curtas, normalmente variando entre 3 e 20 minutos, sobre uma infinidade de assuntos. Obviamente, as que mais me interessam são nas áreas de Exatas/Ciências (o que, nos EUA, é chamado de STEM - Science, Technology, Engineering and Mathematics), mas também há muita coisa no campo das Humanas/Sociais, literatura, humor e até temas mais pessoais, como a talk maravilhosa da Brené Brown sobre vulnerabilidade.

Às vezes - quando estou em dia com as minhas séries, quando não tenho tempo para um episódio inteiro ou quando estou fazendo alguma tarefa que não exija 100% da minha atenção no trabalho - eu entro no site (ou no aplicativo) e escolho algum vídeo aleatório da minha enorme lista de talks salvas para ver depois.

Podem esperar que vocês ainda me verão falando muito sobre as talks, tanto aqui quanto nas redes sociais.

2. Memrise

Mais conhecido pelos seus cursos de idiomas, o Memrise é uma plataforma que trabalha com a memorização. Há temas diversos e os próprios usuários podem criar os seus cursos, o que pode ser uma boa ferramenta para professores.

A ideia por trás do site é a de que o cérebro precisa recuperar as informações de tempos em tempos para não as esquecer. No início, as repetições são mais frequentes, mas vão se espaçando com o tempo, pois espera-se que a nossa memória passe a reter definitivamente as informações e tenha facilidade para recuperá-las quando necessário.

Eu sempre tive boa memória e tenho pavor de algum dia perdê-la, então faço qualquer coisa que envolva exercitar o cérebro para que isso nunca aconteça. Quando conheci o Memrise, há cerca de três anos, comecei vários cursos aleatórios. Como era de se esperar, a falta de tempo não me permitiu seguir com todos até o final, mas às vezes ainda me lembro de uma coisa ou outra.

Atualmente, uso o aplicativo para estudar idiomas. Não vou entrar em detalhes, porque tenho planos de escrever um post só sobre isso, mas estudo cerca de meia hora por dia, normalmente quando estou no ônibus, indo para o trabalho, e isso me ajuda muito no fim semana, quando tiro um tempo maior para estudar.

3. Coursera

Essa é outra plataforma de cursos online, mas com um foco diferente do Memrise. Aqui, os cursos são mais estruturados e oferecidos por instituições parceiras, que dão suporte ao estudante e atestam o seu progresso. Vários cursos podem ser feitos gratuitamente, normalmente, sem atividades avaliativas e emissão de certificado. Outros são agrupados em especializações e contam com atividades variadas e TCC.

Há algumas semanas, eu comecei a fazer uma especialização da University of Virginia Darden School em Agile Development, que é a área em que quero seguir na minha carreira. É uma pós que vai constar no meu currículo como qualquer outra, mas eu paguei um valor muito mais baixo que pagaria em um curso tradicional no Brasil e posso estudar da forma que achar melhor. Normalmente, assisto às vídeo aulas no ônibus, voltando do trabalho. A interação é feita por meio de fóruns e, ao final de cada tópico (no caso do meu curso, ao final de cada semana), pode haver um quiz avaliativo ou um trabalho escrito, que pode ser avaliado pelos professores ou por pares.

Sei que muita gente não gosta ou acha que não funciona bem com cursos online, mas para mim foi a escolha perfeita. Desde que me formei, em 2009, eu vinha procurando algum curso viável que combinasse o meu interesse pessoal e o interesse do mercado, mas sempre havia algum impedimento. Agora consegui e estou gostando muito.


Sei que há vários outros sites como os que citei e é provável que algum dia eu também escreva sobre eles. No momento, esses são os meus favoritos, que estão sendo muito úteis e recomendo a todos que experimentem, quem sabe vocês não acabam se apaixonando também?

Eu mudo de humor muito facilmente. Várias vezes ao dia e pelos motivos mais variados. Até mesmo uma música, um trecho de livro, uma cena de série são capazes de mudar o meu humor imediatamente. E eu detesto isso. Ficar de mau humor por coisas bestas me deixa de mau humor. A parte boa é que foi muito fácil escrever esse post. Inclusive, ele está saindo algumas horas mais tarde que o normal porque, devido a uma combinação dos três primeiros itens, eu não consegui escrever antes. Como dizem por aí, a vida tem um senso de humor estranho.

Semana 20 - Fico de mau humor quando...

1. ... durmo mal

Eu estou acostumada a demorar para pegar no sono e acordar espontaneamente para ir ao banheiro no meio da noite, então o meu conceito de dormir mal é um pouco diferente do que eu imagino ser o senso comum. O que me deixa péssima são aquelas noites agitadas, com sonhos que não saem do lugar. Quando eu programava, era comum sonhar a noite inteira com código, especialmente nos finais de semestre da faculdade. Acordava péssima.

Mas ainda pior é quando alguém me acorda. Só me acorde se o fato de eu estar acordada for salvar uma vida humana, porque nada além disso justifica você interromper voluntariamente o sono de uma pessoa que demora a dormir. Nada além disso.

2. ... fico doente

Eu não sei ficar doente. Eu sou péssima doente. Eu sou aquela pessoa que está sempre ativa, sempre de olho em tudo, sempre querendo resolver tudo, não o contrário. Odeio que se preocupem comigo. Se eu estou doente, me deixem sozinha.

3. ... recebo más notícias

Uma má notícia pode acabar com o meu dia, mesmo que não esteja diretamente relacionada a mim. Não consigo seguir com a vida normalmente se souber que as pessoas com quem eu me importo estão sofrendo e não posso fazer nada por eles.

4. ... mudam os planos em cima da hora

Eu posso mudar de humor o tempo todo, mas não mudo de opinião. Se eu decidi uma coisa, essa coisa está decidida, eu não vou mudar a não ser que algum fator externo me faça reavaliar. Então, quando a pessoa simplesmente muda de ideia e cancela alguma coisa, eu fico muito, muito irritada.

5. ... sou injustiçada

Acho que não há muito o que dizer, porque ninguém gosta disso. Injustiças me deixam louca, principalmente quando há como brigar.


Escrever esse post quase me deixou de mau humor - o que nós já vimos que não é difícil, especialmente considerando o quanto esta semana foi pesada - então não vou falar muito mais sobre isso. Comentários e compartilhamentos me deixam feliz, se quiserem experimentar .
Richard Castle é um famoso escritor de mistérios, que se vê envolvido com a polícia de NY quando um assassinato ocorre exatamente como descrito em um de seus livros. Depois de ser interrogado pela polícia, Richard se junta a Detetive Kate Beckett para solucionar esse caso. Os dois se tornam parceiros e começam a investigar outros crimes cometidos em Nova York, ao lado dos experientes detetives Javier Esposito, Kevin Ryan e Capitão Roy Montgomery. Eles trabalham também com a legista Lanie Parish. Além de desvendar assassinatos brutais, Richard também tem que cuidar de sua família: a mãe, Martha Rodgers, uma diva da Broadway, e a filha, Alexis. (Todas as sinopses foram retiradas do Banco de Séries.)
Nessa segunda-feira, depois de oito temporadas, Castle chegou ao fim. Eu não gosto de dizer que uma série deveria acabar - quem sou eu pra achar que tenho esse direito - e estava gostando de verdade dessa nova dinâmica da série, mas creio que tenha sido a decisão certa, dado que a audiência provavelmente sofreria com a saída de Stana Katic. Entretanto, saber disso não me impediu de ficar com o coração apertado quando o último episódio, que fiz questão de assistir ao vivo, terminou.

Castle foi a primeira - e, até agora, única - série policial que me conquistou. Eu não sou a maior fã de suspenses, porque sou muito medrosa, mas vários detalhes a tornaram especial: a química absurda dos dois protagonistas, aos personagens coadjuvantes, o elenco, os episódios temáticos, as histórias principais... Embora sejam poucos, creio que os episódios que escolhi demonstram isso muito bem e vocês verão à medida em que falo um pouco sobre cada um deles.

(Eu acho que não deveria ter que avisar esse tipo de coisa, mas só pra não correr o risco de ter que aguentar mimimi depois: Sim, pode ser que tenha spoiler. Não que eu vá contar de propósito, mas também não farei nenhum esforço especial para evitar, então, prossigam por sua conta e risco.)

Top 12 episódios favoritos de Castle

1x1 - Flowers for Your Grave

1x1 - Flowers for Your Grave
O grande escritor e brincalhão Richard Castle é convocado a prestar esclarecimentos à polícia depois que assassinatos ocorrem exatamente como em seus livros. A detetive Kate Beckett fica responsável por interrogá-lo.
Eu já sabia muita coisa sobre a série antes de começar a assistir, então tinha muitas expectativas quando, finalmente, vi o piloto (o que ocorreu há apenas dois anos e meio), mas ele não me decepcionou e despertou minha vontade de continuar vendo. Em especial, a química entre Castle e Beckett já me fez torcer por eles desde a primeira interação. E eu sempre me empolgo quando gosto dos protagonistas (o Castle me irrita muito, mas ainda gosto dele, sim), já que esse é o meu maior desafio com todas as histórias.

2x11 - The fifth bullet

2x11 - The fifth bullet
Castle e Beckett investigam um negociante de arte que é baleado em sua galeria, mas a bala está inexplicavelmente ausente da cena do crime. Para adicionar a isso, a única testemunha sofre de amnésia.
The fifth bullet é um episódio leve e sem muita importância para a evolução das histórias principais (que ainda nem eram muito conhecidas nesse ponto) e que, por isso, deve ter sido esquecido por muita gente. O que me marcou nele foi que, pela primeira vez, eu vi o potencial da série para fazer episódios que fogem do padrão, algo que perdurou pelas temporadas seguintes. Dos casos isolados, este foi um dos meus favoritos.

2x13 - Sucker punch

2x13 - Sucker punch
Castle e Beckett investigam a morte de um mafioso irlandês, mas enquanto estão no caso, descobrem o que pode ser uma operação de tráfico internacional de drogas, bem como o assassino pode estar envolvido no assassinato da mãe de Beckett.
Ao contrário do anterior, Sucker Punch é um episódio pesado, triste e importantíssimo. A storyline mais importante da série, que fez parte de quase todas as temporadas (se não me engano, a sétima foi a única exceção) começa aqui, com Beckett conhecendo o homem que sujou as mãos com a morte de sua mãe. A sequência em que ela atira nele para salvar Castle e, em seguida, tenta reanimá-lo, na esperança de chegar ao mandante do crime, é sensacional. Stana foi maravilhosa, mas acho que disso todos nós ja sabemos.

3x24 - Knockout

3x24 - Knockout
A investigação de Kate Beckett sobre a morte de sua mãe recomeça quando Hal Lockwood - um assassino de aluguel com informações sobre o assassinato — faz uma fuga espetacular durante seu julgamento.
Outro episódio focado no assassinato de Johanna Beckett, mas ainda mais emocional que o outro, pois além de não conseguir todas as respostas que queria, Kate ainda teve que lidar com a morte do seu mentor e terminou o episódio com uma bala no peito.

4x14 - The blue butterfly

4x14 - The blue butterfly
Quando Castle e Beckett investigam a morte de um caçador de tesouros, eles descobrem que o caso está ligado a um homicídio, de 1947, envolvendo um detetive privado. Castle sabe que a única maneira de resolver o assassinato de hoje é resolver o do passado.
A quarta temporada tem os melhores casos. Também foi uma das épocas mais interessantes na relação de Rick e Kate, porque é aquela fase em que ambos já sabem que estão apaixonados, mas não fazem nada, então fica aquela torcida constante para que, enfim, um dos dois tome uma atitude. The Blue Butterfly contribui com esse clima, colocando os dois para desvendar não apenas um crime, mas o que aconteceu com aqueles dois amantes de tantos anos atrás.

4x19 - 47 seconds

4x19 - 47 seconds
Uma bomba explode no meio de um protesto em NY. Enquanto tentam desvendar o caso, Castle descobre algo inesperado e que pode mudar tudo.
Dos episódios com casos isolados, 47 seconds é o meu favorito. Todos os casos são quebra-cabeças que os detetives precisam resolver, mas este também é apresentado dessa forma, com as cenas se repetindo com sutis variações à medida em que as testemunhas contam sua versão. Foi o único que revi por inteiro apenas para escrever esse post e, mesmo já sabendo o que aconteceria, eu simplesmente não consigo parar de prestar atenção em nenhum momento, não quero perder nada.

5x05 - Probable cause

5x05 - Probable cause
Enquanto investigam um chocante assassinato ritualístico, Beckett e sua equipe descobrem surpreendentes evidências que ligam Castle ao assassinato. Enquanto as evidências contra ele vão aumentando, as lealdades são testadas.
Probable Cause é um dos episódios mais tensos da série. É quando 3XK, o serial killer tão brilhante quanto cruel, faz seu retorno após duas temporadas. O plano dele para incriminar Castle é tão perfeito, que é impossível acreditar em uma saída. Todos os episódios com 3XK são sensacionais, até as atuações sobem um nível. E eu gosto ainda mais deste pela questão das "lealdades sendo testadas", porque esse é um assunto que sempre me chama a atenção. Amo ver como a Kate acredita nele, mesmo com todas as evidências apontando o contrário, e como todos vão ficando cada vez mais arrasados à medida em que o caso avança.

5x19 - The lives of others

5x19 - The lives of others
Impedido de acompanhar os casos por conta de uma lesão no joelho e perto de seu aniversário, Castle arruma uma maneira de passar o tempo. 
The lives of others é o centésimo episódio da série e um dos que evidencia a criatividade dos roteiristas em inovar. Além do caso principal da semana, que nem tem tanta importância, há o caso particular de um Castle entediado sem poder sair de casa e que acaba sendo muito divertido, porque todos sabem que a imaginação do escritor não tem limites.

6x11 - Under Fire

6x11 - Under Fire
Enquanto Castle e Beckett correm contra o tempo para encontrar um incendiário assassino, a esposa de Ryan, Jenny, entra em trabalho de parto, mas um desastre ameaça arruinar o momento de alegria.

Eu ainda não falei de Ryan e Esposito, porque quis deixar tudo pra falar agora, mas vocês precisam saber de uma coisa: eu adoro os dois. Se a série tivesse sido renovada sem a Stana, eu continuaria, vendo por eles. Eu amo personagens coadjuvantes e, mais do que tudo, eu amo bromances, então, qualquer episódio focado nos dois também terá o meu amor. E isso é algo em que, a meu ver, a série pecava muito, porque eles deveriam ter tido mais atenção ao longo das temporadas.

Under Fire coloca os dois amigos em risco enquanto Jenny Ryan, a mulher de Kevin, está em uma ambulância prestes a dar à luz a primeira filha dos dois, Sarah Grace. Quando cheguei a esse ponto da série, eu estava assistindo sem spoilers e temi muito pela vida deles, mas o final - a cena da imagem - é lindo, com os três casais reunidos e bem.

A propósito, para quem não sabe, Kevin e Jenny Ryan (ou Seamus e Julianna Dever) são casados e lindos também na vida real.

7x15 - Reckoning

7x15 - Reckoning
Os riscos são ainda altos quando a 12ª disputa com os assassinos em série Tyson e Drª Nieman para ver quem é mais inteligente. Castle e a equipe precisam solucionar o caso antes que os assassinos façam mais uma vítima.
Outra tradição durante esses sete anos de Castle eram os episódios duplos do meio da temporada. Reckoning foi a segunda parte do duplo que encerrou, de fato, a história de 3XK, que saíra ileso em outras duas ocasiões. Agora, ele volta com sua companheira, Dr Nieman, uma médica obcecada pela perfeição que quer ter o belíssimo rosto de Katherine Beckett. (Quem pode julgá-la por isso, não é mesmo? Só o delineado da Beckett já me faria uma pessoa mais feliz, imagina o rosto todo!) É um episódio pesado, cheio de reviravoltas e, sem dúvida, muito marcante.

7x23 - Hollander's woods

7x23 - Hollander's woods
Uma morte na floresta leva Castle de volta a um evento aterrorizante de sua infância, que o definiu pelo resto de sua vida. A investigação leva a uma obsessão, ele tenta encontrar respostas que o iludiram, enquanto Kate encara possíveis caminhos a seguir.
A season finale da sétima temporada é a minha favorita, superando até a última. Se me lembro bem, ela foi escrita para servir tanto como final de temporada quanto final da série e, por isso, foi como um ciclo se fechando. Gosto de como ela é focada no Castle, porque, em geral, os plots dele não eram tão bem desenvolvidos quanto os da Beckett - inclusive, essa é a temporada que eu menos gosto - mas esse episódio foi uma ótima surpresa. Foi assustador para pessoas medrosas como eu, mas também interessante descobrir por que Richard Alexander Rodgers se transformou em Richard Edgar Castle.

8x22 - Crossfire

8x22 - Crossfire
No último episódio da série, Castle e Beckett estão prestes a derrotar LokSat, mas uma reviravolta imprevisível coloca o caso - e suas vidas - em perigo.
Se o final da sétima temporada também foi o final de um ciclo, a oitava começou outro, trazendo como fio condutor um plot ligando o assassinato de Johanna Beckett, que todos pensávamos já ter sido resolvido, ao desaparecimento de Castle. A temporada também trouxe de volta a Alexis e apresentou os personagens Vikram e Hayley, enquanto levou a "menina da TI" Tori e a capitã Gates. Foi uma temporada controversa, que muitos não gostaram. Eu, particularmente, gostei de como os roteiristas ainda conseguiam trazer casos diferentes o tempo todo, ainda que a trama principal tivesse seus furos. Em especial, o Vikram era um personagem chatíssimo, mas a Hayley compensava (no fundo, ainda tenho um fio de esperança em um spin-off dela trabalhando com a Alexis).

Dito isso sobre o meu sentimento com a temporada em geral, devo dizer que o final da temporada (e da série) ao mesmo tempo em que foi completamente diferente do que eu esperava, atendeu a todas as minhas expectativas.

Imagino que tenha sido um grande desafio para os roteiristas escrever esse episódio sem saber se seria ou não o último, sendo que já tinham feito o mesmo com a season finale anterior, mas eles conseguiram fechar a série como um todo e o novo ciclo. Infelizmente, nem todas as perguntas possíveis e imagináveis foram respondidas (a minha maior dúvida, inclusive, não foi: Por que Beckett e Castle não se tratam pelo primeiro nome quando estão em casa?), mas as principais foram e, considerando as circunstâncias, isso foi o bastante.

Por fim, qualquer episódio que me cause esse tipo de reação merece a minha consideração.


Os dois minutos finais do episódio me deixaram sem ar. Assisti a tudo de novo no dia seguinte e, ainda assim, tive que voltar essa parte, porque é tudo muito louco e muito rápido. A última cena, porém, é quase que exatamente o que eu queria que acontecesse. Eu só queria ter visto a cara da Beckett quando o Castle jogou na cara dela que o viajante do futuro que eles encontraram no 6x05 estava certo. Ainda bem que existem fanfics, porque alguém tem que escrever essa cena. 


Castle foi uma das séries que mais me empolgaram nos últimos dois anos. Pela sua estrutura procedural e com pouco foco nos personagens, não é muito provável que algum dia eu assista à série inteira novamente em um futuro próximo, mas sentirei muita falta e ela permanecerá entre as minhas favoritas [ainda que seja clichê terminar o post assim] always.

Se eu voltasse dois anos no tempo, encontrasse a Cíntia 2014 e lhe contasse como é o meu guarda-roupas hoje, ela não acreditaria. Durante a maior parte da minha vida adulta, eu tive um estilo muito básico. Comprava duas ou três calças jeans escuras, sempre parecidas, e usava até que acabassem, sempre com alguma blusinha também básica e um casaco preto ou jeans por cima. Teve uma época, no verão de 2012/2013, que eu resolvi mudar e tentei usar mais vestidos, mas não foi o bastante. Vestidos são legais, mas não para usar no [meu] dia-a-dia. Voltei para o jeans e comecei a observar como as mulheres ao meu redor se vestiam.

Foi quando eu descobri as calças coloridas. Até então, na minha cabeça, calça colorida era coisa de adolescente-família-restar-que-faz-S2-com-a-mão. (Preconceito bobo? Sim. Já superei.) Eu achava que roupa tinha que combinar e isso significava usar uma calça neutra e uma blusa de cor, com sapatos e brincos neutros ou da mesma cor da blusa. Nunca tinha pensado em poder harmonizar as cores de forma diferente do que eu estava acostumada.

Depois de perceber que isso era possível, fui buscar inspirações na internet. Eu não sou dessas pessoas que abraçam a mudança, tenho que ir com calma até ter certeza. Além do mais, eu tinha certeza que haveria alguma regra de moda que me impediria de usar qualquer coisa que chamasse a atenção para o meu quadril.

15 pequenas vitórias que merecem uma comemoração - Usar algo que te disseram não favorecer seu tipo de corpo (via Buzzfeed)
Foram vários meses até eu decidir tentar. Eu gosto de comprar muita roupa de uma vez só, porque tenho muita preguiça de experimentar um monte de coisas pra depois não ter dinheiro. Então o que faço é economizar para comprar tudo o que eu preciso uma ou duas vezes ao ano. Nessa primeira vez, juntei dinheiro por oito meses e tinha praticamente um salário inteiro. Meu guarda-roupas, antes composto basicamente de jeans e blusinhas de malha discretas, agora tinha cores, estampas e texturas diferentes.

Hoje, pouco mais de um ano depois, eu quase não uso jeans mais. Não que eu seja a pessoa mais ousada do mundo, mas encontrei um estilo que me deixa confortável e me dá prazer de vestir. Não gosto de gastar muito tempo escolhendo o que usar de manhã, mas gosto de pensar em combinações que ainda não tentei, inclusive brincando um pouco com os sapatos e acessórios.

Uma coisa que a gente diz/ouve muito é que "fica bom nos outros, mas não fica bom pra mim". Tenho algumas ressalvas com relação a essa frase. Creio que existam, sim, algumas coisas que eu vá gostar nos outros, mas não vá querer usar. Por exemplo, cabelos loiros. Tem gente que é linda loira, mas eu não tenho a menor vontade. Por outro lado, às vezes nós dizemos esse tipo de coisa quando, no fundo, estamos morrendo de vontade de experimentar, só ficamos com medo. Como ninguém tem dinheiro sobrando pra deixar roupa encostada, a gente acaba ficando só na zona de conforto.

Mas tem como mudar isso! Se eu consegui, você também consegue.


Inspirações

Antes de dar as minhas dicas, quero deixar aqui alguns perfis que eu sigo no Instagram e que me dão ideias legais. Todas elas são bem reais. Acho que isso é até uma consequência boa que da popularização do aplicativo de fotos, já que nem todo mundo consegue ver as tendências na passarela e transformar em algo possível (eu não consigo).

Dicas

Longe de mim querer ser a entendida de moda ou ensinar alguém o que deve fazer, mas a melhor coisa de ter um blog é justamente compartilhar experiências, trocar ideias, aprender, então, aqui estão algumas dicas que podem ser úteis.
  • Primeiro, queira. Não faça nada só porque está na moda ou porque outra pessoa gosta. Eu sempre digo isso vou continuar insistindo, a gente já tem muita obrigação na vida, vamos parar de inventar mais;
  • Observe. Veja em blogs, no Instagram, nas lojas virtuais, na rua (eu tenho visto tanta coisa legal na rua ultimamente!). 
  • Comece devagar. Se você só usa roupas sóbrias, não me parece uma boa ideia comprar uma calça rosa choque logo de cara. Eu, por exemplo, comecei com azul, que, além de ser minha cor favorita, é mais próxima do jeans;
  • Conheça as suas cores. Não é porque uma cor fica bem pra mim, que vai ficar bem pra todo mundo. Há alguns meses, a Annie resolveu estudar análise sazonal de cores e usou as amigas como cobaia, o que foi bem legal. Não achei boas referências em Português, mas, se alguém quiser fazer o teste, recomendo o do blog The Chic Fashionista ou do blog 30 Something Urban Girl. O blog Cardigan Empire também tem uns posts muito bons sobre o assunto. Por último, eu tenho um painel (que estava oculto até agora, porque metade dele consiste de fotos da Sandra Bullock) no Pinterest para o meu tipo.
  • Sinta-se confortável. Acho que essa é a parte mais importante. E, quando falo em conforto, não digo apenas para andar ou sentar, mas também conforto para se olhar no espelho e se achar bonita. Não adianta estar com a roupa mais linda do mundo e receber milhões de elogios se você não acredita neles. Se você já comprou a roupa e sabe que fica boa, mas ainda não se sente bem para sair com ela, use em casa até se acostumar.

Como usar

Agora, vamos mostrar. Quem me segue no Instagram já viu todas essas fotos (que não são lá tão boas, mas é o que dá pra fazer quando não se tem alguém para te ajudar ou um espelho de corpo inteiro em casa), mas vale a pena lembrar e comentar um pouco sobre elas.

Com blusa preta

Vamos começar com o mais básico. Ignorando as cores no sapato, batom, esmalte e colar, blusa preta com calça em tom um pouco mais sóbrio é a combinação mais fácil de se fazer com uma calça colorida. Essa calça verde musgo, inclusive, é uma das peças de roupa mais versáteis que já tive, ela combina com tudo.

Uma foto publicada por Cíntia Mara (@cintiamcr) em

Com blusa branca

Até pouco tempo atrás, eu não usava blusa branca, já que reza a lenda que branco engorda. Felizmente, me livrei desse mito e hoje tenho várias blusas brancas coringas pra usar com qualquer calça.


Com preto e branco

Ousando um pouco mais, mas ainda sem sair do básico, também dá pra usar as duas cores neutras juntas, seja em listras, poá ou qualquer outra forma. Eu particularmente não gosto de usar uma peça toda branca com uma toda preta, então, opto pelas estampas, mas isso é só questão de gosto mesmo.



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Tom sobre tom

O próximo passo é experimentar uma cor parecida com a sua calça. Essa costuma ser minha escolha quando acordo atrasada ou simplesmente não estou com vontade de pensar em nada mais elaborado (o que pode ser comprovado pelos cabelos presos nas três fotos). Normalmente, complemento com brincos prata e uma sapatilha neutra.

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Com blusa estampada

Essa é minha parte favorita! Eu sempre acreditei que blusa estampada limitava as opções, mas a verdade é multiplica.

Tenho essa blusa de fundo azul claro com estampa em azul escuro, verde e rosa, que uso das mais variadas formas possíveis. Se juntar com essa de flores grandes, acho que tenho combinações para todas as minhas calças e sapatilhas (sem exagero, eu estou listando mentalmente todas elas enquanto escrevo).


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Com mix de estampas

Essa eu só fiz uma vez, porque só tenho uma sapatilha estampada, mas já planejo comprar outras e brincar mais assim que for possível.


Com acessórios coloridos

Outra coisa que eu adoro é coordenar os acessórios, especialmente os sapatos. Essa calça verde água foi uma ótima surpresa e acabou se tornando uma favorita minha, porque a cor dela harmoniza bem com azul, com rosa, vermelho, laranja, roxo. Na primeira vez que fiz isso, nessa foto com a sapatilha, colar, relógio e esmalte azuis, fiquei me sentindo estranha, mas depois me acostumei e foi ótimo.

Também gosto do estilo navy, usando a calça burgundy com sapatilha azul, bolsa azul e blusa branca, só não uso tanto assim porque essa calça não tem bolsos, o que pra mim é um problema e sempre me arrependo por ter comprado sem checar.

Por último, o lenço colorido com calça roxa foi minha última experiência e pretendo repetir mais vezes. Aliás, comprei essa calça recentemente e amei a cor.

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Com casaco combinando

Também não uso muito, porque ainda prefiro casacos neutros, que eu possa deixar no trabalho durante toda a semana e usar com qualquer coisa. Acho que é um visual bem adulto.

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Color blocking

Essa é a parte mais difícil e que eu ainda estou experimentando, tanto que só tive coragem de fazer com calça azul e com maquiagem neutra. É bom pra quando vai chegando a hora de lavar as roupas e não há muitas opções disponíveis.



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Faz tempo que eu queria escrever esse post e fico feliz que, finalmente, a vez dele tenha chegado. Espero que vocês tenham curtido e que compartilhem também suas dicas e experiências. E espero ganhar na loteria - que eu nem jogo - pra poder comprar mais calças de todas as cores existentes no universo.
Bethany Dillon

Música é uma coisa engraçada. É engraçado como uma combinação de acordes consegue despertar os mais variados sentimentos. A música certa na hora certa - ou a música errada na hora errada - é capaz de mudar completamente o meu humor.

Bethany Dillon, a cantora cristã de voz doce e extremamente suave, me acalma. Desde que voltei das férias, eu tenho precisado de calma. Os dias estão cheios, corridos, cansativos. Há momentos em que só preciso fechar os olhos e deixá-los descansar por alguns minutos, sem pensar em nada. Bethany é perfeita para isso. Sua voz me traz paz e suas letras fazem com que eu me sinta mais próxima de Deus.

You are all I need when I'm surrounded
You are all I need if I'm by myself
You fill me when I'm empty
There's nothing else, you're all I need

Minha favorita é All I Need. A melodia tem um pop muito agradável de ouvir e a letra coloca as coisas em perspectiva para mim - Não há nada mais, Você é tudo o que eu preciso. Também amo I Believe, para quando eu começo a achar que as coisas vão dar errado ou que sou a pior pessoa do mundo. Eu acredito mesmo quando te vejo chorando. Tem um pouco a ver com a história dos underdogs.

Eu tinha muito mais a dizer, mas todos os meus planos foram por água abaixo quando acordei no sábado com uma indisposição que durou o dia inteiro, então, vou apenas deixar a playlist aqui e torcer para que ela tenha em vocês o mesmo efeito positivo que tem em mim.