3 livros que eu li quando não estava lendo nada

Como já comentei em outras ocasiões, eu passei por uma ressaca literária fortíssima e não li quase nada durante os dois últimos anos. Há alguns dias, checando meu Skoob, encontrei alguns livros que consegui concluir nesse período e sobre os quais nunca comentei, mas que merecem ser mencionados no blog, ainda que eu não tenha assunto suficiente para escrever resenhas individuais.

Começando com um bem leve, o único livro que li inteiro em 2015. A Seleção (Kiera Cass) é um romance adolescente muito água com açúcar, cujo pano de fundo é uma sociedade distópica que utiliza um reality show para escolher com quem seus príncipes e princesas irão se casar. É uma leitura muito rápida, que a gente nem vê passar e foi ótima para um momento em que eu realmente não estava com paciência para livro nenhum.

A protagonista, America, é "gostável", apesar de eu não ter caído completamente de amores por ela. O mesmo para seus dois pretendentes, Aspen e Maxon, sendo que o primeiro nem teve muito espaço para mostrar a que veio. Queria saber mais sobre as outras garotas presentes na competição. O livro faz parte de uma trilogia, mas a autora continuou escrevendo outras coisas depois disso. Talvez, ela tenha planos para escrever alguma coisa sobre elas.


Mais adulto, mas ainda leve, está Procura-se Um Marido (Carina Rissi) conta a história de uma garota mimada que precisa se casar para ter direito à herança do avô. Ela inventa um casamento de mentira, mas, obviamente, os dois acabam se apaixonando. Alícia é completamente louca, uma protagonista no estilo das da Sophie Kinsella (com uma história que lembra um pouco Menina de Vinte). Pelos comentários que havia lido, eu esperava morrer de rir, mas acabei achando a história mais fofa do que engraçada.

Ganhei Perdida, primeiro e mais famoso romance da autora, no amigo oculto do Clube das Chocólatras, e pretendo lê-lo em breve - assim que terminar ou abandonar de vez todos os que deixei incompletos durante essa ressaca.


Por último, uma história mais forte e intensa. Cruzando o Caminho do Sol (Corban Addison) fala sobre escravidão e tráfico internacional de mulheres. Apesar do tema pesado, adorei a escrita do autor, é daquelas que a gente pega e não consegue mais largar, como a de Kathryn Stockett em A Resposta. Já tem bastante tempo que li, então, não me lembro dos detalhes, mas lembro como a história me fez sentir, como me fez torcer pelos personagens, como me emocionou. É uma história que mostra, sim, a maldade de um ser humano negociando outro, mas também mostra a bondade daqueles que fizeram de tudo para resgatar essas meninas.

Faz tempo que não acompanho os lançamentos, mas me parece que o autor tem mais um livro publicado, só não sei se já chegou ao Brasil. Vou procurar saber, quando voltar ao meu ritmo normal e esvaziar um pouco a fila de não lidos.


Post rápido, para deixar registradas as minhas recomendações e tirar esses livros da fila de posts. Daqui pra frente, já posso começar a falar sobre aqueles que estou lendo este ano. E na quinta tem uma dica para blogueiros (mais fácil que a dos Summary Cards, prometo).

E você, recomenda algum desses?

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