[D52] Filmes que me falam ao coração

O fabuloso destino de Amélie Poulain.
Amélie me representa

Falar de filmes no D52 é sempre complicado para mim, porque eu não tenho muitos na minha lista para escolher 5, seja qual for o tema. Este tema foi particularmente difícil, porque, ainda por cima, eu achei brega. Ainda bem que eu costumo registrar no Facebook os que assisto, já que não uso mais o Filmow, pois tive que recorrer a ele para procurar aqueles que, porventura, eu não me lembrava. Acabei escolhendo filmes que me fazem chorar, por um ou outro motivo.

Desafio das 52 Semanas - Semana 29

Filmes que me falam ao coração


1. A little princess (A princesinha)


A little princess (A princesinha)

Já falei sobre este filme em outro tema do desafio, mas sempre vale a pena falar novamente, porque é uma história que eu amo muito (tanto o filme quanto o livro). Já assisti A Princesinha dezenas de vezes e sempre fico com vontade de pegar a Sarah pra cuidar - eu tenho essa coisa com personagens órfãos, sempre quero cuidar de todos e impedir que o mundo lhes faça qualquer mal.

2. A walk to remember (Um amor para recordar)


Jamie e Landon (Um amor para recordar)

Se eu tivesse como medir o quanto cada filme já me fez chorar na vida, eu apostaria em Um amor para recordar ganharia. Já faz alguns anos que não assisto e nem chorei tanto da última vez, mas nada se compara à primeira. Eu era adolescente e tinha perdido um amigo com leucemia havia pouco tempo, a história me atingiu com tudo. Sem contar que o Landon é daqueles personagens por quem eu me apaixono imediatamente, aquele que parece babaca (2016 e as pessoas ainda acreditam nisso e odeiam só pra quebrar a cara depois), mas, no final das contas, é melhor que todo mundo. Fazer um desses meus favoritos sofrer é a forma mais fácil de pisar no meu coração com salto agulha.

3. My girl (Meu primeiro amor)


Thomas e Vada (Meu primeiro amor)

Se o anterior ganha no volume de lágrimas, Meu primeiro amor deve ganhar o título do filme que me fez chorar mais vezes. Eu me emocionava quando era criança, aí cresci e continuo achando impossível manter os olhos secos. Até seguro bem, até o momento em que a Vada entra na igreja e diz que o Thomas não enxerga sem os óculos. Roteiristas sádicos, como ousam fazer isso com uma criança de 11 anos?

4. The holiday (O amor não tira férias)


Jude Law e Cameron Diaz (O amor não tira férias)

Eu adoro comédias românticas, mas devo reconhecer que muitas delas são apenas boas para passar o tempo. O amor não tira férias, por outro lado, é uma história que fica. Não é uma história para morrer de chorar, mas para perceber uma lágrima nos momentos mais inesperados, como a cena da foto, minha favorita, com a Amanda fazendo parte daquela família (e, para completar, a cena faz referência a um livro que eu amo). Enquanto ela está no interior da Inglaterra aprendendo a ficar vulnerável, ainda temos a Iris, do outro lado do oceano, aprendendo a ser protagonista da sua própria história. Lindo!

5. The lion, the witch and the wardrobe (O leão, a feiticeira e o guarda-roupa) 


Pedro, Suzana, Edmundo e Lúcia (As crônicas de Nárnia - O leão, a feiticeira e o guarda-roupa)

Embora, dentre os livros, esta não seja minha crônica favorita, O leão, a feiticeira e o guarda-roupa - o filme - é o melhor dos três já lançados. Ele complementa o livro, lhe dá vida. Mas o que mexe comigo é o fato de as crônicas serem uma alegoria bíblica, e esta história, particularmente, mostra a essência do Cristianismo quando Aslam se sacrifica pelo mais complicado dos irmãos Pevensie, justamente o que estragou tudo - e o mais interessante, porque gente perfeita não tem graça. Deu até vontade de assistir novamente.

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