Em Novembro - Aquele com as Garotas Gilmore


Novembro é um mês historicamente difícil, tanto na minha vida pessoal quanto profissional. Este ano não foi diferente. Eu passo 30 dias como um zumbi, apenas esperando que terminem, que chegue dezembro com sua leveza e o desejo de que o novo ano seja melhor.

Todo novembro é a mesma coisa. Novembro é a melancolia, é a nostalgia, é a vontade de voltar no tempo e fazer dar certo lá em janeiro, quando ainda dava tempo. Mas não dá mais. É providencial que o mês tenha dois feriados, nós merecemos.

Trinta dias se passaram desde o último resumo de mês e minha mente está embaçada. Em um mês em que escrevi muito menos do que gostaria, mal consigo pensar em algo relevante para contar. Só as Garotas Gilmore.

Porque a ficção é uma parte tão real da minha vida, o acontecimento mais marcante do mês foi voltar àquela pequena cidade no estado de Connecticut e me reencontrar com todas aquelas pessoas tão peculiares. Emocionar-me com a rainha Emily, torcer pela Lorelai e ficar com raiva da Rory, me divertir com as falas afiadas de Paris e Michel, querer um Luke e amar o Jess mais do que deveria. Mas não é hora de falar sobre isso. Preciso assistir aos quatro episódios novamente para conseguir escrever algo à altura e isso só deve acontecer lá pelo meio de Janeiro - se é que ainda terei alguém querendo ler sobre o assunto.

Voltando ao assunto, que Dezembro seja mais leve! E que tenhamos muitas coisas boas da vida real para lembrar quando ele terminar.

Destaques


Em Novembro eu - Li

Se tem uma coisa que sai em vantagem quando eu estou cansada para fazer qualquer outra coisa, são meus livros e séries. Lidos foram oito títulos - seis romances e dois contos - e já estou na metade de outro. Que Deus conserve esse ritmo, amém? Amém.

Destaque para o livro Amigas Para Sempre, da autora Kristin Hannah, que me fez chorar desde os primeiros capítulos.



Assisti

Com exceção de Gilmore Girls - A Year in The Life, não assisti nenhuma série diferente dos meses anteriores, mas preciso dizer que estou cada vez mais apaixonada por This Is Us. Percebi que gosto de dramas familiares, e esse me emociona a cada episódio. A série conseguiu me fazer chorar com a cena de um casal comprando uma máquina de lavar. Posso me arrepender mais tarde, mas, até agora, tem valido a pena cada minuto.

Também assisti a três filmes:
  • E se fosse verdade: Baseado no livro de Marc Levy, que eu li há alguns anos e amei, mas nunca tinha visto o filme. Sinceramente, a ideia de um relacionamento entre humanos e espíritos soa muito menos romântica agora que quando eu tinha vinte e poucos anos. Mas o filme é bonitinho, sem nenhuma bizarrice e tem o Mark Ruffalo.
  • Pitch Perfect 2: Não tão bom quanto o primeiro, mas bom o bastante para me deixar com vontade de ver o terceiro no ano que vem.
  • Amor e Turbulência: Comédia romântica francesa, que foi diferente do que eu esperava, mas tem uma estrutura narrativa que eu gostei muito.

Ouvi

Nada de novo, mas, já que eu comecei falando de Gilmore Girls (e quem me segue no Twitter sabe que eu também falei muito disso por lá), quero terminar com essa música que o Spotify resolveu tocar no dia da estreia e que está na minha cabeça desde então. Essa é uma versão diferente da que toca na primeira cena da série, mas é a que eu mais gosto. (Curiosidade: O ator principal do clipe é o mesmo que fez o Eddie, que foi roommate do Chandler quando o Joey brigou com ele em Friends, e é tão esquisito aqui quanto era lá.) Parece uma boa música para começar o último mês do ano.

CONVERSATION

Back
to top