Melhores do Ano - 2017


Uma das melhores coisas do final de ano, junto com amigo oculto e chocotone, são as retrospectivas e listas de Melhores do Ano. Como já fiz uma espécie de retrospectiva pessoal no último post, este será totalmente dedicado aos melhores do ano: Meus livros, séries e músicas favoritos. Deveria ter também algo sobre Filmes, mas minha "resolução" de um por semana fracassou mais do que o normal e não cheguei nem a um terço dos 20 que consegui em 2016. Como Dezembro é historicamente o mês em que eu mais vejo filmes, ainda há esperanças, mas vocês vão ter que me seguir no Twitter para saber. 


Como o ano ainda não terminou, creio que terminarei com 38 ou 39 livros lidos. Como sempre, é menos do que eu gostaria, mas é mais do que no ano passado e, principalmente, muito mais do que nos três anos da Grande Ressaca Literária de 2013. Outra ressaca tentou me pegar em outubro, tem muita coisa acontecendo na vida real, mas já estou me recuperando.

Uma coisa ruim que aconteceu em Janeiro e acabou me impactando foi o roubo do meu Kindle pela janela do ônibus. Só tive coragem de comprar outro em Novembro, na promoção de Black Friday e com um vale-presente de R$200 que eu ganhara em uma gincana no trabalho. Ainda estou sem coragem de usá-lo novamente no ônibus, o que me atrapalha, dado que gasto muito tempo indo e voltando do trabalho, e nem sempre estou conseguindo levar um livro físico, mas ter a opção do leitor virtual já está me ajudando em outras situações, então espero que 2018 seja um ano de ainda mais leituras.

Melhor livro de ficção: Um Mais Um (Jojo Moyes)


Jojo Moyes é uma das autoras mais badaladas dos últimos anos, mas eu nunca tinha lido nada dela até o início do ano. Minha estreia foi com A Última Carta de Amor e me decepcionei muito. Tentei novamente com Um Mais Um, que já havia despertado meu interesse antes e pessoas de confiança diziam que era muito bom e bem diferente dos outros. Acabei me apaixonando pela história e por cada um dos personagens.

Gosto muito de romances que são mais que apenas românticos, histórias que exploram os personagens e fazem com que eu me apaixone por eles. Eu amo me apaixonar por personagens e esse livro me deu não apenas um, mas quatro para amar, pois todos são muito cativantes. Para completar, o livro para uma mensagem muito bonita, sobre tentar e continuar tentando, mesmo sem ter a certeza de que vai dar certo no final. Porque nem sempre dá, é normal, é a vida. Mas a vida também tem coisas boas.

Menção honrosa: O Projeto Rosie, Mar da Tranquilidade, O Mágico de Oz

Melhor livro de não ficção: Seja assertivo


Apesar de todo o meu amor pela ficção, também li alguns livros técnicos e duas biografias no ano. Infelizmente, quase todos eles me decepcionaram de uma forma ou de outra.

Dentre os que não decepcionaram, está o primeiro livro que li em 2017 e que eu resisti bastante antes de engatar na leitura, por ter sido recomendado pelo RH da empresa. Pensei que seria uma lenga-lenga inútil, mas o livro é bem prático, cheio de exemplos e eu ainda me lembro de algumas das dicas no dia-a-dia. Assertividade é uma das coisas que eu procuro sempre melhorar, acho que está cada vez mais comunicar o que precisamos adequadamente, mesmo com tantos meios disponíveis.

Maior surpresa: Lola e o Garoto da Casa ao Lado (Stephanie Perkins)


Lola é o segundo livro de um trio (não confunda com trilogia, aqui as histórias são independentes), seguindo Anna e o Beijo Francês e Isla e o Final Feliz. Os personagens da série são adolescentes terminando o Ensino Médio, eu definitivamente não faço mais parte do público-alvo e também não tinha gostado do primeiro, então tinha certeza que não ia gostar deste também. 

A surpresa veio com a protagonista: A Lola não é uma menina certinha e sem graça como as outras duas, ela é uma pessoa quebrada - e não tem nada que me faça gostar de uma história mais rapidamente do que isso. A história dela tem uma profundidade que eu não estava esperando, com o envolvimento de sua família não tradicional, formada pela mãe que a abandonou e os dois pais maravilhosos que a adotaram. Não chega a ser um favorito da vida, mas é um livro de que vou me lembrar com carinho.

Melhor personagem de livro: Rosie (O Projeto Rosie)


Este é um livro que eu já queria ler há muito tempo. Basicamente, parece uma fanfic (bem escrita, gente, existem fanfics boas) de The Big Bang Theory, uma das minhas séries favoritas, onde o casal principal é Sheldon e Penny. Eu jamais vou querer isso na série (hashtag team Lenny forever), mas a premissa funcionou muito bem, e Rosie ganhou o prêmio de personagem favorita (o que não é nenhuma surpresa, dado que a Penny é minha favorita na série).

Ela é uma pessoa horrível, quebrada e sarcástica, daquele jeito que sempre me conquista. Mas ela também cresce muito durante o livro, embora este seja narrado sob o ponto de vista do Don. Só acho uma pena que a continuação, O Efeito Rosie, seja um livro tão fraco, pois os personagens são maravilhosos.

Melhor casal de livro: Rosie e Don (O Projeto Rosie)


Mais um ponto para o meu segundo livro favorito do ano. Confesso que eu estava ligeiramente apreensiva antes de ler, porque os personagens são muito diferentes e não é sempre que a premissa dos opostos se atraindo funciona bem. Mas o autor soube respeitar as peculiaridades do personagem do Don e construir gradualmente um relacionamento daqueles que, ao final, me deixou sorrindo - e tudo o que eu peço de um casal da ficção é que me faça ficar o tempo com um sorriso idiota no rosto. Assim:


Melhor relacionamento platônico de livro: Carolyn, Tikki e Abuela Teresa (Canary Island Song)


Todo leitor tem a sua própria zona de conforto literária, não é mesmo? Aqueles autores que, podem não ser mais os favoritos absolutos, mas que já estão na nossa estante há tanto tempo, que continuamos guardando com carinho. Na minha estante, Robin é uma zona de conforto e tento ler pelo menos um de seus muitos livros a cada ano.

Canary Island Song é um livro que tem a cara da autora. Tranquilo, previsível e que nos deixa com o coração quentinho ao torcer por aqueles personagens e seus relacionamentos - com Deus, com seus parceiros, com sua família. De todos esses, o relacionamento que mais me agradou foi o da protagonista Carolyn com sua filha Tikki e sua mãe Abuela Teresa. As três mulheres, com experiências de vida tão diversas e passando por momentos tão distintos em suas vidas, possuem uma conexão muito bonita, e elas se importam muito uma com a outra. É mais que o amor de mãe e filha, o relacionamento entre elas possui uma intimidade que nem todas nós podemos experimentar o que me comoveu bastante.

E este é o último livro da minha lista. Agora é hora de falar das séries.


Em 2017, eu assisti menos séries que no ano anterior, porque não me interessei por muitas das estreantes e porque algumas das que eu havia começado foram canceladas. Como resultado, eu acabei me envolvendo mais nas que assisto e avançando bastante nas maratonas, o que foi bom e pretendo continuar assim no próximo ano.

Melhor série: This is Us


A maioria das minhas séries teve temporadas muito boas em 2017. Mesmo assim, não tive nenhum problema em escolher minha favorita absoluta do ano.

Meu relacionamento com This is Us começou sete meses antes da série começar, quando vi uma lista de estreias previstas para a Fall Season 2016/2017 e encontrei os nomes de Mandy Moore e Milo Ventimiglia próximos a algo que, na ocasião, ainda era descrito como "Dramédia sem nome de Dan Fogelman". Porém, naquela época, eu não poderia imaginar que ia me envolver tanto. Vocês conhecerão o principal motivo para isso ter acontecido se continuarem lendo o post, mas a verdade é que são vários.

"I'm all in"

Não vou dizer que é uma série "para todo mundo", porque sou radicalmente contra esse tipo de afirmação, mas digo com segurança que é uma série SOBRE todo mundo. Talvez esta seja uma característica dos dramas familiares. Se for, quero conhecer todos (Parenthood já está na minha lista, mas eu choro fácil, então tem que ser no hiato, não posso ver as duas ao mesmo tempo), pois gosto de histórias que focam no desenvolvimento dos personagens e em assuntos triviais, com os quais qualquer um pode se identificar e TIU faz isso perfeitamente. O que eu mais gosto é a estrutura de múltiplas timelines da série, porque torna muito mais fácil conhecer essas pessoas, que já amo como se fossem reais. Pontos extras para o elenco, que é maravilhoso tanto na série quanto fora dela, em especial, os jovens atores que interpretam o trio Kevin-Kate-Randall na infância e adolescência não cansam de me impressionar pela capacidade de me convencer que são mesmo a mesma pessoa.

Não vou nem me desculpar pelo tanto que vocês já viram e ainda vão me ver falando dessa série, só espero que o amor não acabe.

Menção honrosa - Melhor série de comédia: Não fazia sentido separar essa categoria em drama e comédia, porque eu não assisto muitos dramas, então acabaria diminuindo o impacto. Mas não posso deixar de citar The Good Place, que terminou a primeira temporada com uma bomba bastante arriscada, mas conseguiu vencer a "maldição do segundo ano" e continua ótima.

Melhor nova série: Young Sheldon


Embora seja fã de The Big Bang Theory, eu não sou fã do Sheldon e não esperava gostar de uma série sobre a infância do personagem. Fiquei surpresa com o piloto e continuo me surpreendendo a cada episódio.

A série é bem diferente de TBBT. Young Sheldon uma comédia familiar, estilo que Life in Pieces e Speechless me ensinaram a amar, e mais séria que a comédia de origem. O elenco é maravilhoso e, como sempre acontece quando me apaixono por uma série, os personagens me conquistaram. Sheldon adulto é irritante; Sheldon criança é adorável. Em especial, senti um grande carinho pelo personagem quando ele descobriu as histórias em quadrinhos e percebeu que poderia se identificar com os personagens - nunca me identifiquei tanto com ele quanto nesse momento, já que uma das coisas que nós dois temos em comum é justamente o apego a pessoas da ficção.

Outro destaque é a pequena Missy, a gêmea que não é um gênio como o irmão, mas é uma mini pessoa horrível super esperta e tem as melhores falas. Já me apeguei, ela rapidamente se tornou minha segunda criança favorita das séries (terceiro lugar para Dylan Dimeo, de Speechless. O primeiro? Continue lendo....)

Young Sheldon tem um grande potencial que está sendo muito bem executado, com plots equilibrados, cada personagem sendo desenvolvido e referências bem dosadas ao que já sabemos sobre o Sheldon adulto. Um episódio que me chamou muito a atenção foi o sétimo, que focou no pai do Sheldon, George Sr, sem esquecer quem é o protagonista e sem ignorar nenhum dos outros personagens. Série que faz isso tem o meu respeito.

Melhor finale: Orphan Black


Em 2017, me despedi de duas séries que acompanhei quase desde o início, ambas na quinta temporada: Switched at Birth e Orphan Black. Eram duas séries muito diferentes, um drama familiar e um drama mais pesado com ficção científica, então fica muito difícil escolher qual das duas teve a melhor despedida.

No final, embora SaB tenha meu carinho por ter me dado Bay Kennish, uma personagem que está no meu Top 3 de favoritos da vida, escolhi Orphan Black, por ter tido uma última temporada mais regular.

Apesar de ser mais pesada do que as séries que normalmente me agradam e de ter tido alguns deslizes no meio do caminho, OB terminou muito bem, honrando a jornada de seus personagens principais individual e coletivamente. A história continua sendo confusa e não está nos meus planos rever para entender, pelo menos não por enquanto, mas achei que o final foi bem amarrado e coerente. Enfim, para quem gosta do estilo, é uma série que com certeza recomendo.

Melhor maratona: Full house


Entrei em 2017 com quatro maratonas, uma dramédia recente de quarenta minutos, Desperate Housewives, e três comédias antigas de vinte, Full House (Três é Demais, no Brasil), The Fresh Prince of Bel-Air (Um Maluco no Pedaço) e My Wife and Kids (Eu, a Patroa e as Crianças). As três comédias fizeram parte da minha infância e adolescência, então decidi que queria rever desde o início.

Full House era a que eu menos me lembrava, mas também a que mais gosto, pois tem um clima menos comédia e mais família, com muitos relacionamentos sendo explorados e personagens encantadores. Já finalizei a sexta de oito temporadas e gosto muito de todos eles, minha favorita sendo DJ, a filha mais velha.

Menção honrosa - Desperate Housewives: Eu nunca imaginei que pudesse gostar de uma série sobre donas de casa desesperadas, mas os podres que essas mulheres e suas famílias escondem acabaram me atraindo. Embora tenha muitas falhas - como matar gente demais, ignorar personagens e alguns plots que não fazem sentido, o que é esperado quando lembramos que era um drama da emissora do alfabeto, que estraga todos os dramas - a série cumpre sua função como entretenimento e entrega alguns episódios ótimos que não te deixam tirar os olhos da tela.

Melhor flop: Making history


Sempre acontece, não adianta fugir. A gente começa uma série e se apega, só para vê-la cancelada alguns meses depois. Das que tiveram esse triste destino este ano, eu via três: No Tomorrow, Powerless e Making History, sendo que a última foi a que me deixou mais frustrada.

Há várias séries com temática de viagem no tempo, mas a maioria tem um tom dramático ou de ficção científica. Desde Being Erica, não encontrei nenhuma outra que fosse comédia ou dramédia, até Making History. É uma pena que nem a ótima personagem de Leighton Meester tenha conseguido segurar a história, que poderia durar anos se fosse só um pouco melhor no início. Quando melhorou, já era tarde demais.

Melhor personagem de série: Kevin Pearson (This is Us)


Eu tenho muitos personagens favoritos, pelo menos um em cada série, livro, filme e até em show de tango. O quanto eu gosto de cada um deles pode variar, alguns são mais favoritos que outros. E existem os favoritos da vida, que costumo definir como "personagens que eu perderia um amigo para defender" (eu gostaria de estar brincando, mas falo muito sério). Normalmente, isso acontece porque eu me identifico de uma forma absurda e, às vezes, incompreensível.

Até o início da Fall Season 2017, existiam dois nessa lista: Bay Kennish (Switched at Birth) e Alex Karev (Grey's Anatomy). Agora, são três.

Kevin é o meu favorito da série desde o piloto de This is Us - porque eu tenho um super poder, que é o de reconhecer favoritos à primeira vista - mas a segunda temporada, ao lhe dar uma storyline mais profunda, intensificou o meu amor pelo personagem. O Número 1 dos trigêmeos Pearson é doce, engraçado e leal, mas quebrado por dentro e completamente incapaz de lidar com os próprios sentimentos. Todas as versões do personagem - adulto, jovem, adolescente, criança - me fazem sentir coisas que estavam escondidas. Essa é a receita infalível para um favorito da vida.

http://cintiamcr.tumblr.com/post/168652661120/thisisusedits-top-10-this-is-us-characters-as

Menção honrosa: Gretchen Cutler, de You're the Worst, outra personagem que é quebrada e pessoa horrível, que eu gostaria de proteger; e Missy Cooper, irmã gêmea do Sheldon.

Melhor casal de série: Alex e Jo (Grey's Anatomy)


Favoritos da vida são favoritos para sempre. Mesmo que eu abandone a série por quase três anos, acabo voltando feito o cão arrependido, com o rabo entre as pernas, o osso roído e a raiva por mudar de ideia, basta alguém me dizer que meus favoritos estão sendo bem tratados novamente. Casais engraçadinhos e que já passaram por todos os tipos de dificuldades na vida merecem ficar juntos e felizes até o fim do mundo - ou até a série acabar, ninguém sabe o que vai acontecer primeiro. Leia mais aqui.

http://cintiamcr.tumblr.com/post/168653312220/thecambridgees-greys-anatomy-14x06

Menção honrosa: Todos os casais de This is Us, em especial Kevin e Sophie. Dependendo do que acontecer, Alex e Jo terão problemas para manter o posto que ocupam desde 2012, porque Kevin e Sophie são apaixonados desde os 9 anos, a competição está acirrada.

Melhor relacionamento platônico de série: Kevin e Kate Pearson (This is Us)


Essa foi a categoria mais difícil, porque eu queria escolher os três irmãos e não apenas dois deles. The Big Three é o melhor trio, mas são os gêmeos que me fazem voltar a cena pra assistir de novo e me deixam com o coração aquecido, a relação deles é a melhor coisa da série, eles se amam, se admiram, se apoiam em tudo, esse tipo de relacionamento é o meu ponto fraco.

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Melhor episódio: Number One (This is Us - 2x08)


Sim, mais This is Us. Mais Kevin Pearson.

Os três últimos episódios que a série exibiu este ano foram focados nos três irmãos, Kevin foi o primeiro, como é a posição dele dentro da família. Number One mostra dois dos piores momentos da vida do personagem, um no presente e outro na adolescência, e me fez chorar não apenas durante a uma hora de episódio, mas por mais uns quarenta minutos depois que acabou. Eu choro em quase todo episódio da série, mas nenhum chegou a esse nível, porque eu realmente não consigo ver meu personagem favorito sofrendo tanto e sem ninguém para ajudar.

Palmas para todos os envolvidos: Roteiristas, direção, edição, trilha sonora, Milo Ventimiglia, Logan Shroyer e, principalmente, Justin Hartley, que carregou nas costas toda a história da timeline presente, esfregando na cara de quem achava que ele é só um rostinho bonito que atua tão bem quanto qualquer outro ator na série e merece todo o reconhecimento. (A minha amiga Annie tem um texto ótimo sobre os rostinhos bonitos, passem lá quando terminarem aqui.)

http://cintiamcr.tumblr.com/post/168652234780/janemichaels-hes-down-folks-ladies-and

Menção honrosa: S4 finale de You're the Worst e S1 finale de The Good Place


É muito difícil escolher as minhas músicas favoritas do ano, porque é muita coisa, de vários estilos diferentes. Minha playlist principal do Spotify chegou a 131 horas! Assim, como este foi o ano mais multilíngue da minha vida, resolvi apenas escolher uma música em cada idioma. Para saber mais do que eu ando ouvindo, acesse a tag Música do blog.

Música favorita - Português: Em cada canto (Lorena Chaves)


"Andar de meia na sala
Deitar na rede pra ler
Pegar na mão de quem ama
E ver o amanhecer
Fazer jantar pros amigos e rir à toa
Ter alguém pra agradecer as coisas boas

Ah, você faz tudo ficar mais leve
Tua beleza à luz do dia
Em cada canto
Ah, você faz tudo ficar mais leve
Me aquecendo na noite fria
Em cada canto"


Música favorita - Inglês: Who you are (Tristan Prettyman)


"Eu acredito em algo mais
Todos os dias que vieram antes
Nos trouxeram bem aonde nós estamos
Bem aonde nós estamos
Está tudo escrito nas estrelas
Nós já chegamos tão longe
E nós não podemos mudar quem somos
Quem somos"


Música favorita - Espanhol: Dueles (Jesse y Joy)


"Hoje faz um mês
Que você não me vê
Se foi e nada mais
Quis renunciar a me querer
E como dói

Enquanto penso em ti
E no que perdi
Quis evitar permitir-me amar-te
Para te perder
E me dói, como dói"


Música favorita - Italiano: Lato destro del cuore (Laura Pausini)


"Tenho medo e te amo
E por isso estamos aqui
São mãos lavadas
São lágrimas escorridas
Tenho medo e não temo
Essa mudança de tempo
Naturalmente me empurro
Para ver se venço
Há qualquer coisa que voa
Lado direito do coração"


Música favorita - Francês: La vie est ailleurs (Coeur de Pirate)


"Pois a vida está em outro lugar
Em uma época lírica
E seus sofrimentos fogem
Sua tristeza se dissipa
Pois a vida está em outro lugar
E seu amor subsiste
Por um sorriso, um sonho
Que farão com que ele exista"


Se você chegou até aqui e leu tudo, obrigada pela paciência, pois acabei me empolgando demais em alguns momentos. Se você não leu tudo, está tudo bem, eu também não consigo ler tudo o que todo mundo escreve. De qualquer forma, espero que tenham gostado e desejo que todos tenham um ótimo fim de ano e que 2018 seja um ano incrível. Vou entrar de férias do blog por algumas semanas e espero voltar com muitas ideias e escrevendo com mais frequência. Até o ano que vem.

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