Sobre...

... o blog

Criei meu primeiro blog em 2008. O Free to be me foi meu lugar por sete anos e foi um tempo ótimo. Escrevi, interagi, conheci pessoas, expandi meus horizontes. Mas o mundo mudou, a internet mudou, eu mudei. Chegou um dia em que o blog não me representava mais. Ele era (e continua sendo) uma parte da minha história que guardo com carinho, mas, de uma forma louca que até hoje não entendo muito bem, eu não me sentia mais à vontade para escrever lá. Aí, após muitas discussões comigo mesma e com alguns amigos, nasceu o Insignificativo.

Não é um blog diarinho, não é um blog de livros, não é um blog de séries, não é um blog de moda, e é um pouco sobre tudo isso. Um lugar onde eu possa escrever sobre qualquer coisa que me dê vontade. Sem um tema específico, porque eu não sei ser essa pessoa monotemática quando posso gostar de mil coisas ao mesmo tempo.

Comentários são sempre bem-vindos, seja aqui pelo Disqus, pelo Twitter, pelo Facebook, por e-mail, pessoalmente, por carta. Pode dar sugestões, elogiar e até criticar. Pode até me chamar de "a blogueira mais besta do mundo" (já aconteceu, juro. Haters me divertem.). Só não me ligue, por favor.

... o nome

Eu sou uma "garota de Exatas". Com um pé em Humanas, mas cabeça de Exatas. A Física me fascina. E foi dela que veio o nome do blog. Na Física, as medidas nunca são exatamente aquilo que estamos vendo, sempre pode haver uma casa decimal a mais, que nós não conseguimos identificar, porque nossas ferramentas são limitadas. Os dígitos que vemos e temos certeza são chamados de significativos.

Pessoas são como números. Nós passamos a vida julgando pelo que estamos vendo, mas a verdade é que é impossível conhecer alguém completamente. À medida em que nos aproximamos, passamos a enxergar melhor, mas sempre haverá um dígito escondido, insignificativo. O nome perfeito para um blog sobre qualquer coisa, escrito por uma "garota de Exatas", que gosta de escrever e é capaz de conversar sobre esmaltes e futebol ao mesmo tempo.

... a blogueira

Falar de mim é difícil, porque nunca sei quanto de informação é realmente necessário, aí acabo caindo em um extremo: Ou escrevo um testamento, ou digo apenas que sou colérica-melancólica e deixo que descubram sozinhos o que isso significa.

Vamos começar pelo básico: Cíntia (C-Í-N-T-I-A. Não é Cinthia, Cynthia e muito menos Sintia), quase 30 anos, belo-horizontina, cristã e analista de sistemas. Sou uma daquelas pessoas chatas que escolheu a profissão certa e gosta do trabalho. Mas também amo férias. Amo viajar, amo praia e amo o Rio de Janeiro (com sol ou com chuva).

Brincos e fones de ouvido fazem parte do meu corpo. Sarcasmo é a minha língua materna, mas também falo Português e Inglês. Espero em breve poder dizer o mesmo sobre Espanhol e Italiano. Adoro resolver problemas e tomar decisões. Minha cor favorita é azul desde que eu tinha 7 anos, e a mãe de uma amiga da minha irmã perguntou se eu era atleticana. Não sou. E, sim, eu me lembro. Minha memória é ótima, o que, às vezes, pode ser bastante irritante para quem tem que conviver comigo.

Demoro para gostar de alguém, mas quem me conhece sabe que eu faço de tudo pelas pessoas com quem me importo. Sou chata pra comer e pra um monte de outras coisas. Odeio molho de tomate, cerveja, música sertaneja e reality shows de pessoas desocupadas. E gatos. Também não sou fã de cachorros. Ou de qualquer outro bicho.

Sou apaixonada por ficção, em todas as suas formas, e me envolvo demais com pessoas que não existem. Brigo pelos meus personagens favoritos como se fossem reais (eles são). Acredito que a forma como reagimos a histórias e pessoas fictícias diz muito sobre quem somos e como reagimos em situações reais. Bay Kennish e Alex Karev foram criados em minha homenagem.

Pronto. Isso é quase um testamento e mais do que vocês precisam saber.


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